O aquecimento do mercado imobiliário em 2017

O aquecimento do mercado imobiliário em 2017

Estimativas e previsões otimistas para este ano.

O mercado imobiliário sofreu uma queda em 2016, mas isso está mudando este ano. Há uma estimativa que esse ano haja um crescimento de 5 a 10%. Existem fatores que ajudam na melhora do mercado, como, por exemplo, a queda da inflação. A estimativa para esse ano é que ela chegue a 5,07%, menos do que no ano passado, que indicou 7,2%.

A redução da taxa de juros é outro fator que colabora para o aquecimento do mercado. A perspectiva para esse ano é que se mantenha em 11%, o que presume uma maior queda no próximo ano. Também em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), há estimativas de que cresça neste ano, o que auxilia a revisão do comportamento da economia nacional. O Banco Central afirmou que esse índice vai crescer neste ano cerca de 1,3%.

As estimativas fazem com que as empresas vislumbrem um cenário positivo, pois, com a melhora no mercado, a queda da inflação e a diminuição das taxas e juros, o consumidor poderá voltar a sonhar com a casa própria, retomando seus investimentos neste nicho. Existem especulações de que a demanda de novos domicílios entre 2015 e 2025, somente em SP, será de 130 mil por ano, o que indica a manutenção do mercado.

Dentro do mercado imobiliário, há uma estimativa de crescimento nas vendas de residências de alto luxo, devido ao aumento do teto para compra de imóveis usando recursos do FGTS, que será, agora, de R$1,5 milhão. Portanto, essa é uma excelente oportunidade de mercado: apostar nesse grupo de compradores.

Outro fator interessante será a disputa entre os bancos, que diminuirão suas taxas para conseguirem clientes, pois, como visto, pessoas que procuravam imóveis na faixa de R$800 mil, agora buscarão residências de maior valor. A oferta será maior que a demanda e isso aquece a disputa.

Ainda podemos citar as mudanças deste ano no plano do Governo, Minha Casa Minha Vida, que foram elaboradas exatamente para impactar positivamente o mercado. Falamos disso em outro artigo. Para saber mais, clique aqui.

Com a melhora na economia, outro fator que também diminui é a inadimplência. Esse problema reflete diretamente na negociação imobiliária, pois indica risco de que as vendas efetuadas não sejam recebidas, o que causa um problema em avalanche.

Por causa do baixo crédito imobiliário em 2015 e 2016, influenciado pela economia nacional e as incertezas políticas, o setor se enfraqueceu. Isso ocasionou o aumento de juros e a diminuição de crédito. Por isso, muitas incorporadoras não iniciaram novos projetos, apenas lidando com os produtos em estoque. Porém, com a retomada do crescimento em 2017, que vem com a desaceleração da inflação e a queda na taxa básica de juros do país, o crédito imobiliário voltará a ser favorecido.

É importante ressaltar que o setor depende de como anda a economia do país. Portanto, os ajustes econômicos são fundamentais para que o mercado retome seu espaço e volte a aquecer. A tendência é de que o setor volte a girar capital e as expectativas são positivas, devido às melhoras econômicas que o país tem apresentado.

Mas, de qualquer forma, vale ressaltar que investir em imóvel continua sendo um ótimo negócio, visto que a valorização é superior à inflação do período, há liquidez e outros pontos, que falaremos no próximo artigo.

Fonte: http://www.emorar.com.br/mercado-imobiliario-de-sp-deve-crescer/

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