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Vai comprar o primeiro imóvel? As principais dúvidas que recebemos no evento digital

Nos últimos meses, o nosso time de especialistas está realizando uma série de eventos digitais, a fim de sanar as dúvidas de quem planeja comprar o primeiro imóvel. 

Ao longo de nossos encontros virtuais, percebemos que os usuários e futuros compradores ainda contam com algumas inseguranças a respeito desse tipo de negociação. Não é casual: adquirir uma casa ou apartamento é uma grande decisão, com um investimento que pode durar anos. 

Assim, se você também se identifica com esse cenário e quer entender melhor quais são os detalhes do processo de compra, continue com a gente. Neste post, vamos responder às principais perguntas para tornar o seu processo mais seguro e tranquilo. Acompanhe!

1. Qual o valor mínimo exigido na hora de dar entrada na compra de um imóvel? 

Verdade seja dita: adquirir um negócio à vista é um tanto difícil especialmente, em tempos de crise. 

Por essas e outras, as construtoras e incorporadoras, junto às instituições financeiras, disponibilizam a opção de parcelamento do valor total, em que o comprador deve dar uma quantia de entrada e parcelar o restante do preço. 

Normalmente, essa porcentagem inicial pode variar de acordo com as exigências do banco e o perfil de crédito do usuário. De todo modo, uma entrada a partir de 20% do valor do imóvel é o mais comum. 

  1. Existe algum subsídio do governo para o programa Casa Verde e Amarela? Quais as exigências? 

Criado para substituir o tradicional Minha Casa Minha Vida, o programa Casa Verde e Amarela consiste em um incentivo à moradia. Nele, o Governo Federal oferece taxas diferenciadas, além de subsídios de até R$ 140 mil para quem deseja comprar o primeiro imóvel

Para tanto, a ação dará prioridade às famílias com renda mensal de, no máximo, R$ 7 mil. Na hora do cadastro, o interessado deve apresentar alguns documentos que, posteriormente, passarão por uma análise minuciosa. Os principais são: 

  • RG e CPF; 
  • comprovante de renda; 
  • comprovante de estado civil; 
  • comprovante da atual residência; 
  • declaração de contribuição do Imposto de Renda.
  1. O que compensa mais: solicitar um empréstimo com juros baixos ou financiar o total do imóvel?

Nesse caso, é preciso considerar a sua realidade financeira. Comece realizando uma análise a respeito do seu perfil, renda e estilo de vida. Lembre-se: a compra do primeiro imóvel é de alto valor. 

Em ambas as situações, será preciso projetar as suas condições financeiras a longo prazo. Por esse motivo, a indicação é não se apegar somente aos números, mas também, observar a proposta que melhor se encaixa em sua realidade.

  1. As pessoas estão com receio de financiar um imóvel?

Não, este é um mito que surgiu durante a pandemia. A realidade é que, neste período, o mercado imobiliário vem vivendo um momento promissor, com boa parte dos interessados investindo em propriedades, sejam elas casas ou apartamentos. Tudo isso, graças às taxas de juros mais baixas, que trouxeram uma nova perspectiva para os compradores.

  1. Existe alguma “fórmula” do quanto devemos poupar, investir e gastar para aproveitar bem o salário?

Quando falamos de finanças, infelizmente, não existe uma “receita de bolo” que funcione para todos os perfis de compradores. Ainda assim, uma sugestão interessante e muito praticada pelos especialistas na área, é: 

  • 60% da renda destinada para os custos essenciais: moradia, transporte, alimentação, etc; 
  • 20% da renda para investir em compras de curto, médio e longo prazo; 
  • 20% da renda para gasto livre.
  1. Existe limite de idade para o financiamento imobiliário?

Sim. Geralmente, o limite estipulado para que o usuário financie o imóvel é de 80 anos. Em resumo, se você pretende adquirir uma propriedade por meio do financiamento e tem 60 anos, o prazo total do contrato deve ser de, no máximo, 20 anos.

  1. Um problema do financiamento é o custo do seguro. De que forma é possível conseguir um seguro menos oneroso?

Na hora de analisar as propostas de diferentes instituições financeiras, observe o Custo Efetivo Total (CET) do contrato. Com isso, você conseguirá ter uma ideia mais clara a respeito de todos os custos que envolvem a negociação, inclusive, o seguro.

  1. Qual porcentagem um seguro de vida representa em relação ao total de um financiamento?

Para saber exatamente o valor, é necessário analisar o contrato de cada instituição financeira, pois esse número pode mudar de acordo com as características da negociação.

E aí, com essas respostas você está se sentindo mais seguro para comprar o primeiro imóvel? 

Caso ainda tenha dúvidas a respeito do tema, aproveite para entrar em contato conosco. Os consultores da Guaíra Negócios Imobiliários estão à disposição para te acompanhar no decorrer de todo esse processo!

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