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Mudanças no teto FGTs para financiamento imobiliário em 2019, confira já!

Mudança começa a valer a partir de 1º de janeiro de 2019 para compra de imóveis.

A partir do primeiro dia do ano que vem, qualquer brasileiro vai poder utilizar os recursos do FGTS para adquirir um imóvel próprio. A regra já existia previamente, mas agora tem um novo limite: até R$ 1,5 milhão. O aumento do limite foi em mais de meio milhão de reais, já que o limite anterior era de R$ 950.000,00 para imóveis nos estados de São Paulo, Rio, Brasília e Belo Horizonte e R$ 800 mil no restante do País.

Isso representa uma adaptação significativa à nova realidade econômica do país depois de 2014. O mercado imobiliário ainda está se recuperando da última crise e por isso, a Caixa Econômica e outros órgãos que regulam a economia do país vem fazendo mudanças no esquema de financiamentos imobiliários para diversas faixas de público.

Essa mudança do teto do FGTS foi anunciada há poucos meses pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e causou um impacto positivo no mercado imobiliário que começou a se preparar para uma nova procura por apartamentos e casas por parte de seus clientes.

A nova política do uso FGTS é válida para financiamentos contratados dentro das regras do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), com previsão de juros de 12% ao ano mais correção monetária pela TR, no máximo.

O interessante é que essa mudança é uma novidade que já foi testada anteriormente: entre fevereiro e dezembro de 2017, o limite foi alterado para determinar se causaria algum impacto negativo no mercado de financiamentos. Como o efeito foi oposto, as instituições de regulamentação decidiram por tornar a mudança permanente.

Mas para entender melhor os efeitos dessa mudança cujo objetivo é o de estimular a construção civil novamente no país, precisamos entender dois sistemas que organizam o financiamento imobiliário no país o SFI e o SFH.

O SFI – Sistema Financeiro Imobiliário – engloba imóveis acima do limite do SFH – Sistema Financeiro de Habitação. O SFH foi criado em 1964 através da lei nº 4.380 para organizar os financiamentos imobiliários brasileiros e tem o intuito de ajudar os brasileiros a adquirir uma casa própria. Já o SFI funciona para financiamentos imobiliários que não estão contidos na lei do SFH como imóveis com um valor maior do que os limites estabelecidos do SFH.

Essa minirreforma tem como principal objetivo estimular a retomada de negócios no mercado imobiliário e ativar a construção civil. Isso porque o Brasil sempre olhou para este mercado como um dos mais importantes – se não o mais – para aquecer a economia e gerar mais empregos.

Apesar da maior demanda por financiamento de imóveis estar concentrada em propriedades com valores até R$ 500.000,00, a expectativa é que a novidade traga uma nova movimentação para o mercado imobiliário. Ainda mais pelo fato de que, neste novo pacote de mudanças, a CMN também determinou que instituições bancárias que efetivarem financiamentos imobiliários de até R$500 mil poderão multiplicar esse recurso por 1,2 na hora de contabilizar se cumpriram o patamar mínimo que deve ser direcionado ao crédito imobiliário.

Condições para o uso do FGTS no financiamento
Na prática, as novas regras começam a valer a partir de janeiro do ano que vem como falamos lá em cima. E antes de se planejar para usar seu FGTS é importante entender que essas regras possuem condições bastante específicas.

Vamos a elas:

1. Qualquer um que tem conta FGTS pode usar o saldo pra comprar um imóvel?

Não. Para utilizar os recursos do FGTS que você possui para realizar a compra de um imóvel, será necessário que você tenha no mínimo três anos de trabalho e recolhimentos ao fundo. Outras condições são que não tenha ainda nenhum financiamento pelo SFH nem seja proprietário de imóvel.

2. Há algum tipo de restrição para o uso do FGTS em imóveis?

Se o uso do FGTS tiver como foco reformas ou algum tipo de ampliação na propriedade, ou ainda para a compra de material de construção ou compra de imóvel comercial para familiares ou dependentes.

3. Como será feita a correção das prestações?

O sistema de correção das prestações vai mudar. Hoje, ele se baseia na variação da Taxa Referencial, a TR. Essa taxa é calculada com base na média dos juros dos títulos oferecidos pelos bancos, o Certificado de Depósito Bancário (CDB).

A partir do dia 1º de janeiro do ano que vem, em contratos de financiamento com FGTS poderão ser empregados índices de inflação como o IPC-A ou o IGP-M para atualização da prestação e saldo devedor.

Essas mudanças representam mais um investimento do governo e das instituições bancárias para movimentar a economia, gerar novos empregos e tentar auxiliar o país na saída dessa crise. O caminho não é fácil, mas mostra um novo cenário para 2019, com mais oportunidades de negócio no mercado imobiliário e uma possibilidade maior para qualquer público adquirir a tão sonhada casa própria.

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Como financiar um imóvel em 5 passos simples

Descubra como pode ser prático financiar um imóvel seguindo 5 passos simples que te poupam de problemas e arrependimentos futuros no financiamento imobiliário.

O momento que o país atravessa é um momento curioso: a crise econômica está acabando, mas os preços dos bens de consumo mais simples ainda estão altos, o que mantém o poder aquisitivo da população um pouco estagnado. Ainda assim, o setor imobiliário vem retomando seu crescimento de alguns anos atrás e vem se renovando em 2018.

Com essa retração da economia, após anos de crescimento, o que aconteceu foi simples: uma disponibilidade imensa de imóveis com preços variados, mas geralmente mais baixos. E é nessa hora que quem vinha se programando para comprar imóvel – seja novo ou usado – pode realizar o sonho do imóvel próprio por meio de um financiamento imobiliário, por exemplo.

O financiamento imobiliário representa um ótimo modelo para quem deseja comprar um imóvel, mas guardou pouco dinheiro para pagá-lo à vista, para quem ainda não conseguiu economizar o suficiente para quitar a compra de uma só vez, ou até mesmo para quem não quer utilizar as reservas financeiras da família, em um momento tão delicado do país como o atual.

Com isso em mente, você precisa ter certeza de algumas informações antecipadamente quanto ao financiamento para confirmar se você consegue assumir as parcelas de um financiamento para o imóvel que você deseja ou se ainda é necessário planejar um pouco melhor a compra.

Por isso, preparamos um guia super rápido com 5 passos simples sobre como você pode contratar um financiamento imobiliário sem erros.

Pré-requisitos
Antes de apresentar alguns passos para você decidir como fazer o financiamento imobiliário, vamos te mostrar o que você precisa inicialmente para fazer uma negociação dessas.

Você precisa preencher uma série de requisitos, por conta da necessidade de garantias por parte da instituição bancária ou da construtora, já que os valores da negociação geralmente são altos. Veja quais são esses requisitos:

>> Ser brasileiro nato ou naturalizado ou, se estrangeiro, detentor de visto permanente no país;

>> Ser maior de dezoito anos ou emancipado;

>> Ter capacidade civil, ou seja, de acordo com o Código Civil, não ser menor de 16 anos, não apresentar enfermidade ou deficiência mental que impeça o discernimento ou que não esteja com capacidade para exprimir a própria vontade, mesmo transitoriamente, e que não seja ébrio habitual (consumidor frequente de bebidas alcoólicas) ou viciado em drogas;

>> Ter idoneidade cadastral, ou seja, nome limpo no mercado;

>> Não ultrapassar 80 anos e 6 meses na soma da sua idade ao prazo de amortização, o que é verificado para a cobertura do seguro habitacional;

>> Não ser proprietário e não estar em processo de compra de outro imóvel residencial na mesma cidade em que reside, caso queira utilizar recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS);

>> Ter capacidade de pagamento, o que você poderá comprovar na simulação que fará no próximo passo.

1- Defina sua opção de compra e o quanto pode gastar
Você basicamente tem 3 opções: um imóvel novo, um imóvel novo na planta ou um imóvel usado.

O imóvel novo é uma aquisição interessante, pois você será o primeiro morador. Além disso, você receberá um imóvel novinho em folha e pronto para decorar da forma que preferir.

O imóvel novo também é vantajoso caso você precise fechar um negócio com parcelas de valores maiores, pois existem linhas de crédito focadas especificamente em aquisições de maior valor e com parcelas relativamente maiores, só que apenas para imóveis novos.

A compra do imóvel na planta, diferente desse primeiro caso, é para quem busca um imóvel sem pressa alguma. Isso porque é preciso esperar um tempo considerável pela entrega do imóvel.

No entanto, comprá-lo na fase de planejamento, venda ou construção garante uma negociação com preços mais baixos por um imóvel novo que você aproveitará bastante.

Outra grande vantagem desse tipo de compra, é que as construtoras e incorporadoras oferecem a possibilidade de personalização do apartamento ou da casa, quando comprados na planta. Isso quer dizer que você pode escolher uma cozinha americana ou um espaço maior na lavanderia, enfim, tudo depende muito do que a construtora pode oferecer além dos melhores preços.

Já no caso dos imóveis usados, as financiadoras e bancos geralmente exigem que o comprador tenha 50% do valor do bem para pagar o preço da entrada. Isso, somado a outros detalhes, pode tornar a compra de um usado mais cara do que ela parece a princípio. No caso de imóveis mais velhos, por exemplo, existe a necessidade de reparos o que aumenta os custos ocultos de uma compra.

E além desses 3 pontos, você precisa considerar o quanto pode gastar na compra a priori. Se você vai comprar parcelado, por exemplo, é preciso analisar detalhadamente o orçamento familiar e a renda para não fazer loucuras. Lembre-se: o ideal é não comprometer mais do que 30% da renda familiar com o parcelamento de um imóvel, seja ele usado, novo ou na planta.

Você também precisa considerar os outros custos de uma aquisição imobiliária como as taxas e tributos sobre a transação. São impostos como o ITBI (Imposto Sobre Transmissão de Bens Imóveis), a escritura pública – quando se quita um imóvel -, o registro do imóvel e as certidões imobiliárias.

2- Que documentos você precisa?
Aproveitando o assunto de documentos, é preciso estar atento aos documentos necessários para iniciar um financiamento imobiliário.

São documentos como a Matrícula, por exemplo, que é o documento base do imóvel, com todo o histórico do imóvel, desde sua origem. Você pode encontrá-lo no cartório de registros e conferir se o imóvel está realmente no nome da pessoa que está vendendo para você. Há também o Habite-se (Certificado de Conclusão de Obra), que garante que naquele terreno existe um imóvel, construído de acordo com uma planta aprovada pela prefeitura.

Outro documento importante são as certidões do vendedor, que mostra que não existem débitos do imóvel no nome do vendedor. Essas certificações são essenciais para evitar a penhora do imóvel usado ou novo que você adquiriu. Também é bom ter o comprovante de renda, para comprovar sua renda familiar para a instituição que vai liberar o financiamento.

Para saber se você pode ou não financiar um imóvel, clique aqui.

3- Considere o tempo total do financiamento

Depois de deixar a documentação toda em ordem, o contrato de financiamento deve levar uns 30 dias para poder ser assinado. Mas não se esqueça de considerar o valor total do financiamento: quantas parcelas você terá que pagar, até quando precisa se comprometer, vivendo de acordo com os ganhos, sem contrair dívidas, além de programar compras ou fazer compras maiores, como uma geladeira ou uma televisão, à vista.

4 Pesquise muito

O poder da pesquisa na hora de fazer uma boa compra é gigantesco. Por isso, comprar imóvel atualmente, sem realizar uma pesquisa minuciosa na web, é correr riscos enormes e se arrepender demais.

Mas o que é necessário pesquisar na hora de um financiamento imobiliário?

É preciso pesquisar, por exemplo, os índices e taxas aplicados à contratação de um financiamento de imóvel. São índices como INCC (índice nacional de custos da construção) que é calculado com base na evolução dos custos que giram em torno de se construir unidades habitacionais. Quem faz o cálculo é a FGV e é aplicado em contratos de imóveis na planta ou ainda em construção; o IGPM-M (Índice Geral de Preços do Mercado), um índice usado na compra de um imóvel diretamente com a incorporadora, que é usado para corrigir as parcelas que vencem após a entrega das chaves; e o TR (Taxa Referencial de Juros) que serve basicamente para ajustar as parcelas dos imóveis cujo financiamento é feito pelos bancos.

5- Mantenha o foco

Você precisa manter o foco depois de ter iniciado um financiamento imobiliário. Realizar o sonho exige uma série de mudanças na vida e uma delas é abrir de determinadas tentações de consumo e vontades momentâneas.

Uma dica essencial é buscar opções de lazer em parques, museus e locais culturais em geral que exijam poucos gastos. Fugir dos shoppings e das compras por impulso, apenas por estar no local.

Conclusão sobre financiamento imobiliário

Esses são os 5 passos simples para financiar um imóvel com um pouco mais de segurança. É lógico que existem outros pormenores e até por isso é indicado que na hora de fazer um financiamento imobiliário, você esteja bem assessorado para não cometer alguma imprudência no momento de fazer sua negociação.

Recorrer a uma imobiliária ou a um correspondente bancário bem conceituado para evitar dores de cabeça e arrependimentos no futuro é uma ótima ideia. Com isso, você realiza o seu sonho de ter um imóvel próprio sem problemas.

Gostou desse artigo? Veja o nosso último aqui!

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Você pode comprar um imóvel financiado?

Descubra todas as regras e condições que você precisa seguir para poder financiar um imóvel.

 

Comprar um imóvel ainda hoje é uma das grandes realizações de uma vida. E tomar a decisão de fazer um financiamento é também uma das decisões mais importantes da vida de uma pessoa, seja ela solteira ou casada.

No Brasil, a compra de imóveis é mais comumente feita através do financiamento imobiliário. Poucos são os que conseguem comprar um imóvel à vista e a ideia de continuar morando de aluguel até juntar todo o valor de um imóvel à vista não costuma agradar muito os brasileiros, apesar de muitas vezes também ser uma ótima forma de comprar um imóvel.

Hoje, vamos apresentar as principais regras, condições e informações relevantes para você entender o que precisa fazer e seguir para conseguir organizar seu financiamento imobiliário devidamente.

Já sabemos que existem dezenas de possibilidades para financiar um imóvel, com diferentes taxas de juros e formas de pagamento, seja através de bancos privados, públicos ou de programas habitacionais, como o Minha Casa Minha Vida. Entretanto, mesmo com o propósito de facilitar a vida de quem precisa de aporte financeiro para comprar um imóvel, cada instituição possui uma série de exigências e regras que precisam ser respeitadas antes da liberação do crédito imobiliário.

Elas podem até parecer burocracias grandes e muitas vezes desnecessárias, mas são essenciais para proteger as instituições financeiras de fraudes, golpes e até mesmo do não pagamento por parte do cliente que escolhe o financiamento, afinal, essas instituições lidam com empréstimos de valores que ultrapassam os seis dígitos. Por isso, o processo precisa ser absolutamente seguro para os dois lados.

Mas você sabe quais são os fatores que podem atrapalhar ou até mesmo impedir um pedido de financiamento imobiliário?

1- Ter o nome cadastrado em órgãos de proteção ao crédito

A primeira análise feita pela instituição que está estudando fornecer o financiamento imobiliário é com relação à situação da pessoa com os órgãos de proteção ao crédito, os já conhecidos SPC e Serasa. Se o nome consta na lista desses órgãos – o nome sujo na praça como muitos falam – essa pessoa tem um grande problema para resolver, já que o nome sujo costuma atrapalhar a aprovação do financiamento.

Se ela já sabe da onde surgiu a dívida para sujar o nome no SPC/Serasa, ela precisa entrar em contato imediatamente com a empresa e negociar o pagamento da dívida. Se o nome está lá e ela não sabe de qual dívida se trata, ela precisa entrar em contato com o órgão de proteção ao crédito em questão e solicitar a identificação da empresa.

Assim que quitar o valor pendente, o nome volta ao normal e a instituição já pode analisar os outros fatores ou ativar o financiamento imobiliário caso esse seja o único problema.

2- Não ter renda formal comprovada

Sim, a não comprovação de renda formal é um agente complicador para a liberação do financiamento imobiliário. Isso porque a instituição financeira exige que quem está pedindo o financiamento tenha uma renda formal relativamente constante.

É importante destacar que por renda formal não estamos falando de emprego formal, apenas da comprovação de alguma renda seja por trabalho formal – registrado em CLT ou PJ – ou informal. Ponto importante: se caso o perfil for de trabalhador formal, é preciso entregar o holerite com sua renda mensal.

3- Não ter idade suficiente para o financiamento imobiliário

Um fator um tanto quanto óbvio, o financiamento imobiliário só é aprovado para pessoas maiores de 18 anos. Também existe a idade máxima para pedidos de financiamento que é de 80 anos e 6 meses. Isso é necessário para as instituições, pois tratam-se de operações financeiras grandes e arriscadas.

4- Não ter renda suficiente

A renda insuficiente – uma renda que não permite assumir uma dívida grande – também é um agravante para a liberação do financiamento. O comprometimento máximo geralmente aceito é de 20%, às vezes 30% da renda de quem pede o financiamento.

Isso significa que o valor da parcela não poderá tomar mais que essa porcentagem da renda mensal de quem está financiando o imóvel. Ou seja, se a pessoa recebe R$ 4.000,00/mês, a parcela do financiamento não poderá ultrapassar o valor de R$ 1.200,00. Além disso, essa porcentagem também é aplicada sobre a renda de uma pessoa ou mais, no caso da compra ser feita por parentes ou amigos, o que é denominado de composição de renda.

5- Ter problemas com a Receita Federal ou o INSS

Declaração de imposto de renda no começo do ano é uma coisa bastante chata, nós sabemos, mas é extremamente necessária. Aquela declaração que você não entregou no começo do ano ou que deu algum erro e você não conferiu pode te atrapalhar bastante na hora de fazer o financiamento de um imóvel.

Isso porque você pode ter dívidas ativas em atraso com o leão. As instituições financeiras que liberam o financiamento fazem uma avaliação aprofundada do perfil, inclusive analisando sua situação – e do seu CPF também, por exemplo – na Receita Federal.

Por isso, é importante fazer suas declarações de imposto de renda corretamente, ou procurar um contador confiável que possa fazer tudo para você. No caso do seu perfil já estar “sujo” na Receita Federal, é ideal identificar o problema e buscar uma empresa competente que seja capaz de resolver sua situação da forma mais rápida e efetiva possível.

Esses 5 fatores acima interferem diretamente na liberação de financiamento, até mesmo do Minha Casa Minha Vida, o maior programa habitacional do país. Eles interferem inclusive em qualquer uma das linhas de financiamento do MCMV.

A faixa 1, por exemplo, tem menos exigências, já que os valores financiados são bem mais baixos e, geralmente, focados em conjuntos habitacionais entregues pelo governo à famílias de baixa renda. Mesmo assim, em basicamente todas as 4 faixas, existem alguns outros fatores além dos já citados acima, que impedem a liberação de crédito imobiliário através do Minha Casa Minha Vida.

São eles:

– Ter recebido benefícios de algum programa habitacional;

– Estar cadastrado no Cadastro Nacional de Mutuários (CADMUT);

– Ter um imóvel;

– Ser arrendatário do Programa de Arrendamento Residencial (PAR);

– Ter um financiamento de imóvel residencial ou de material de construção em seu nome;

– Estar inscrito no Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal (CADIN);

– Ser empregado na Caixa Econômica Federal ou cônjuge.

Alguns destes fatores também podem ser resolvidos e precisam de atenção e de eficiência na resolução já que financiar um imóvel não costuma ser um processo rápido. Se você se atentar a todos eles com cuidado e evitar problemas financeiros, conseguirá a liberação do seu financiamento imobiliário com tranquilidade e poderá realizar o seu sonho de ter o próprio imóvel.

 

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Financiamento Imobiliário vale a pena?

Existem vários formatos de compra de imóveis, mas o mais conhecido e utilizado é o financiamento imobiliário. Venha conhecer as vantagens e as desvantagens dele.

O financiamento imobiliário é definitivamente uma das práticas mais comuns na compra de imóveis no Brasil. Várias pessoas utilizam esse formato de compra para realizar o sonho da casa própria ou do apartamento próprio, seja com o valor de entrada já previsto e fornecido pelo cliente, ou com o valor de entrada embutido na parcela mensal de financiamento.

No entanto, mesmo com essa popularidade, muitas pessoas interessadas em comprar um imóvel ainda possuem uma série de dúvidas com relação ao financiamento imobiliário, suas vantagens e desvantagens e quais são as taxas mais comuns do mercado, além de outros pontos importantes dentro do assunto.

Por isso, no blog post de hoje, vamos abordar estes e outros pontos do tema e comprovar o porquê do financiamento imobiliário ser uma boa opção e realmente valer a pena.

Aproveite!

A casa própria continua sendo até hoje o maior sonho do brasileiro. Para a maioria deles,

Muitos deles adiaram a compra de um imóvel por conta da crise que afetou o país de 2014 a 2016 principalmente e viu seus efeitos começarem a se dissipar um pouco já em 2017. A mesma crise provocou uma variação de preços no mercado que gerou muitas dúvidas: é melhor esperar para comprar meu imóvel depois da crise? Compro agora que alguns preços abaixaram ou vão abaixar mais? Faço um financiamento com juros altos ou espero para ver se eles vão abaixar mais?

Essas dúvidas acontecem em especial nas capitais brasileiras, com os altos preços dos imóveis, o que gera também a incerteza na população, fazendo-os acreditar que é impossível comprar a casa própria sem se endividar por 20 ou 30 anos.

Entretanto, o financiamento não deve ser enxergado como um endividamento de maneira alguma, mas sim como a realização de um sonho, desde que faça sentido financeiramente falando. Isso porque além de adquirir sua própria casa, onde vai desfrutar de momentos maravilhosos ao lado de quem você ama, durante esse período de 20 ou 30 anos, muita coisa pode mudar na região onde se situa o imóvel ou até mesmo na vida do comprador. Com prazos desse tamanho, é difícil fazer previsões.

Mas quando falamos de fazer sentido financeiramente falando, queremos apontar para a análise do contrato de financiamento para verificarmos se ele realmente faz sentido para o seu caso. Muita gente ainda cai na tentação de realizar o sonho da casa própria sem antes analisar bastante se este é o momento de comprar um imóvel ou se o financiamento imobiliário cabe no bolso. Ainda existe essa crença forte no Brasil de que pagar aluguel é jogar dinheiro fora, não importa a situação, porém não é bem assim.

Financiar imóvel é bom negócio?

Não existe uma única realidade, único caminho, e sim caminhos e situações diferentes, tanto pessoais como de mercado. Tenha isso em mente na hora de fazer sua negociação. Se a proposta ainda não está boa para você e você vai passar aperto na hora de pagar, mesmo com uma renda fixa garantida, é melhor procurar outras opções ou esperar um pouco mais e garantir uma entrada maior para diminuir as parcelas do financiamento.

Na verdade, essa é uma das grandes dicas dos corretores e imobiliárias: garantir um bom valor de entrada. Seja trabalhando como CLT e utilizando seu FGTS depois de alguns anos de contribuição garantidos, seja trabalhando como autônomo e economizando os valores de alguns contratos para fazer uma poupança ou investir em investimentos mais conservadores que têm retorno garantido em prazos determinados. Essas opções são boas para quem não pretende se arriscar tanto e viver na incerteza de um financiamento tão longo.

Dentro dessa situação de aumentar o valor da entrada para reduzir as parcelas, o comprador deve observar também se a taxa de juros está adequada para o imóvel que está comprando. Analisar os juros, o custo efetivo, quanto o imóvel vai custar ao todo são pontos essenciais na hora de fechar um contrato de financiamento. Além disso, se for possível pagar parcelas a mais ao longo do financiamento – aquela grana inesperada que chegou de um bônus de final de ano – também vale a pena para amortizar o valor final e diminuir ainda mais o financiamento imobiliário. Não é porque você pegou um crédito de 30 anos que você terá que pagá-lo por 30 anos.

Mas o financiamento vale a pena para autônomos também?

Com certeza. Hoje, o trabalhador que é autônomo também tem a liberdade de contratar um financiamento imobiliário desde que consiga comprovar sua renda, seja por meio de:

 

  •  Holerite do pro-bono
  • Contrato de prestação de serviços
  • Recibos de trabalhos prestados
  • Declaração do sindicato da categoria
  • Declaração do imposto de renda
  • Declaração comprobatória de receptação de rendimentos elaborada por um contador

Também são necessários alguns outros documentos iguais aos de um trabalhador formal (CLT): CPF, RG e comprovante de estado civil. Depois disso tudo, a instituição que pretende liberar o crédito para o comprador faz a análise e caso seja aprovado o perfil, o crédito é liberado no prazo pré determinado.

E quais modalidades existem?

São 4 tipos principais no Brasil:

  • Sistema Financeiro de Habitação (SFH)
  • Financiamento diretamente com a construtora
  • Carteira hipotecária
  • Sistema Financeiro Imobiliário

De forma geral, os principais fatores de diferenciação entre cada uma das quatro formas são as taxas de juros, os recursos que podem ser utilizados para amortizar a dívida total – poupança e o FGTS, por exemplo – e o índice de correção da inflação. Detalhe importante: no uso dos recursos: o uso do FGTS só é aceito na modalidade do Sistema Financeiro de Habitação.

Para quem ainda tem dúvidas sobre se vale a pena manter um financiamento por tanto tempo, é possível fazer o seguinte: vender o imóvel no meio do processo, passando a dívida para o comprador seguinte. Ele então pode tomar um novo financiamento, quitar a sua dívida e ficar com o novo financiamento no nome dele, liberando seu nome totalmente. Entretanto, é preciso que os contratos sejam realmente válidos, ou seja, nada de contratos de gaveta, pois neste caso, o comprador assume o pagamento da dívida do vendedor, mas a dívida continua no nome do primeiro comprador, ou seja, se o segundo comprador parar de pagar as parcelas do financiamento, o nome que vai ser prejudicado é o de quem tentou vender o imóvel.

Mas e aí, vale a pena financiar um imóvel?


A ideia é que, depois de analisar muito bem todas as possibilidades de financiamento, as instituições disponíveis para pegar um financiamento, as regras, taxas de juros, valor das parcelas, o quanto você tem disponível para dar de entrada, entre outros fatores mais subjetivos como o local do imóvel – se a área vai se valorizar ou se manter na mesma qualidade – enfim, dá para dizer que vale a pena sim fazer um financiamento da casa própria sem se comprometer financeiramente.

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Guaíra Negócios Imobiliários

Guaíra Negócios Imobiliários

 

 

Esse texto foi criado com base nas fontes:

http://noticias.r7.com/blogs/economia-em-cinco-minutos/2017/09/25/vale-a-pena-comprar-um-imovel-neste-momento/

http://www.administradores.com.br/mobile/artigos/economia-e-financas/comprar-imovel-financiado-nem-sempre-vale-a-pena-saiba-por-que/74862/

https://www.empiricus.com.br/newsletters/imoveis/quitar-o-financiamento-ou-investir/

https://g1.globo.com/economia/educacao-financeira/noticia/grandes-decisoes-financeiras-e-hora-de-comprar-imovel.ghtml

Consórcio Imobiliário X Financiamento Imobiliário
Mercado Imobiliário

Consórcio Imobiliário X Financiamento Imobiliário

Conheça as vantagens e desvantagens de cada um e descubra o modelo ideal para você.

Na hora de comprar um imóvel residencial, muitas pessoas se encontram na situação de ter que partir para um financiamento ou consórcio, já que não possuem recursos financeiros suficientes para comprá-lo à vista. Nenhum problema com essa situação, afinal esses dois tipos de negócios também são válidos desde que feitos com segurança, confiança e bastante análise para evitar situações desconfortáveis.

E para você escolher a melhor opção de compra, separamos aqui os conceitos dos dois formatos, as vantagens e desvantagens de cada um e o porquê de cada formato servir para um tipo de público diferente. Aproveite!

Consórcio Imobiliário: como funciona?

O consórcio de imóveis funciona da seguinte forma: um grupo de pessoas se junta para financiar um imóvel e cada uma delas paga parcelas mensais fixas para uma instituição responsável por fazer a gestão do dinheiro – a administradora do consórcio. Assim que o consórcio alcança um valor predeterminado no contrato – por exemplo R$ 150 mil –, um dos participantes é sorteado e pode comprar a casa.

Esse tipo de investimento costuma durar cerca de 10 a 15 anos, ou seja, é possível que você seja sorteado no começo ou que você tenha que esperar anos para receber o prêmio. Essa, na verdade, é uma ótima opção para quem não está com pressa. E é bem simples participar de um consórcio imobiliário. Basta procurar uma administradora – que faz a cobrança de todos os participantes todos os meses por meio de um boleto – e fechar o contrato de consórcio com ela. Neste contrato, você terá todos os detalhes e informações necessárias sobre o investimento. Uma das grandes vantagens do consórcio sobre o financiamento imobiliário é que o consórcio não tem juros, mas é necessário pagar a taxa da administradora, que costuma ser menor, o que pode causar um reajuste anual no valor fixo, que também existe por conta de outros fatores do mercado imobiliário.

É bom lembrar que o número de sorteios sempre varia de consórcio para consórcio, pois as regras são definidas por cada administradora. Os fatores que podem alterar o número de sorteios são, por exemplo, o número de participantes do consórcio. Outro ponto que merece atenção é que, independentemente de ser sorteado mais cedo que os outros participantes, você precisará continuar pagando as parcelas fixas mensais até que todas as pessoas do seu grupo tenham sido sorteadas e recebido um imóvel.

No caso de atraso no pagamento do consórcio, existe uma cobrança de juros e multa, que devem ser pagos até o próximo sorteio, para não ser excluído do grupo, por exemplo. E isso serve inclusive para quem já foi sorteado. Para esse tipo de atraso, os danos podem ser até piores: sofrer um processo judicial de apreensão do imóvel. Quando você não conseguir pagar o consórcio por motivos maiores como perda do emprego ou complicações financeiras imprevistas, é possível repassar sua participação para outra pessoa interessada na compra do imóvel, que pode comprar sua cota do consórcio; escolher outro imóvel mais barato que esteja sendo sorteado em outro consórcio da mesma administradora; ou pedir sua saída do grupo para a responsável pelo consórcio, pagando uma multa e recebendo os valores que já pagou no último sorteio.

Um outro ponto positivo importante dos consórcios é que você tem a opção de não comprar o imóvel no momento em que é sorteado. Dentro deste cenário, a administradora deve depositar o valor da carta de crédito em uma poupança e você terá até o fim do consórcio para efetuar a compra. E para conseguir isso, você precisa fazer um contrato de consórcio em uma empresa confiável, que tenha a devida autorização do Banco Central para realizar sorteios de consórcios. Participando de um consórcio em uma empresa confiável, você poderá comprar qualquer tipo de imóvel, desde que ele esteja legalizado e com a documentação em dia.

Financiamento Imobiliário: como funciona?

O financiamento imobiliário acontece geralmente através de instituições bancárias que oferecem contratos de financiamento com taxas de juros das mais variadas. Segundo especialistas, uma das instituições bancárias com as menores taxas de juros para financiamento imobiliário é a Caixa Econômica Federal. Instituição reconhecida no Brasil inteiro, ela realiza uma análise de crédito para avaliar e comprovar que você possui condições de pagar as parcelas do financiamento imobiliário requisitado. Nesta fase, é preciso comprovar renda e isso é decisivo para continuar no processo de financiamento. Inclusive, a Caixa mudou recentemente as regras do Minha Casa Minha Vida.

E é bom lembrar que você precisa de uma renda fixa mensal comprovada para entrar nesse tipo de negociação imobiliária. Isso porque a instituição bancária em questão só autoriza que você invista 30% da sua renda na parcela de um financiamento imobiliário. Mesmo com essa regra, o valor dos juros normalmente é calculado de acordo com a renda e com o preço do imóvel escolhido para o financiamento.

Você pode financiar basicamente qualquer tipo de imóvel – usado ou novo, residenciais ou comerciais, lote ou terreno – bem como a construção de um imóvel, desde que o terreno seja da pessoa que pediu o financiamento.

Existem 5 etapas principais no processo de financiamento:

1) A simulação do financiamento de imóvel, que serve para descobrir se as parcelas caberão no seu orçamento;
2) O cadastro e documentação para o financiamento habitacional, para a instituição formalizar a análise de crédito. Dica importante: se você pode utilizar seu FGTS na compra, avise o responsável e faça o pedido de uso do benefício.
3) O terceiro passo costuma acontecer dentro de no máximo 5 dias úteis, que é a pré-aprovação da análise do crédito. Aqui, a instituição depois de aprovar o crédito informa todos os detalhes da compra, como prazo e valor da entrada, das parcelas e dos juros.
4) Depois disso, você passa para a etapa de avaliação do imóvel que você deseja comprar. Os engenheiros da instituição fazem a avaliação do imóvel em questão, bem como a análise da documentação dos vendedores. Tudo isso é feito em um prazo relativamente curto de 15 dias e a aprovação do financiamento costuma ser feita em no máximo 30 dias. Lembrando que essa avaliação também tem um custo que será pago por você.
5) Por último, a etapa de assinatura do contrato do financiamento. Nesta fase, você precisa registrar o contrato de compra em um Cartório de Registro de Imóveis, o que tem um custo variável por Estado. Além disso, há também o Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), que corresponde a 2% do valor do imóvel comprado.

Um ponto que merece atenção de quem deseja realizar um financiamento é sobre os financiamentos feitos diretamente por construtoras. Normalmente, existe uma flexibilidade de negociação maior nos financiamentos feitos diretamente por elas. No entanto, com essas parcelas menores e a renda mínima exigida sendo mais flexível, as taxas de juros também costumam ser. Com isso, vem o risco de juros abusivos. Por isso, é válido estudar bem o contrato com construtoras, verificar as taxas de juros e como está sendo feito o financiamento.

Isso porque é comum que o financiamento da construtora seja feito através de algum banco, o que cria uma relação de dependência da empresa com o banco da seguinte forma: o imóvel, na verdade, fica hipotecado ao banco. Daí, se a construtora falir, existe um risco enorme de que quem comprou o imóvel acabe perdendo a casa para o banco por conta de uma irresponsabilidade da construtora e uma falta de atenção do próprio comprador.

Por isso, é importante analisar muito bem qual dos dois formatos melhor se encaixa na sua realidade. Além disso, é preciso também pensar se você prefere comprar o imóvel usado ou se vale a pena comprar o imóvel na planta e esperar sua construção.

 

Fontes:
• Konkero.com.br/consorcio/casa-propria/
• Tecimob.com.br/blog/