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5 novos benefícios da Imobiliária Guaíra para você

A Guaíra Negócios Imobiliários ou Imobiliária Guaíra tem mais de 30 anos no mercado imobiliário, atuando diretamente com uma série de serviços do setor – compra, venda e locação de imóveis, administração de condomínios, incorporação, documentação imobiliária, seguros, além de assistência jurídica completa – de forma ágil e dinâmica.

O Grupo Guaíra cresceu muito e, hoje, conta com 6 empresas focadas e voltadas ao mercado imobiliário, com cerca de 120 funcionários que dão suporte aos clientes e parceiros em todas as áreas ligadas. Estamos sempre focados em inovação, com o objetivo de continuar crescendo, evoluindo e trazendo novas soluções para nossos clientes.

Dentro deste cenário, a Imobiliária Guaíra anuncia algumas novidades para garantir ainda mais qualidade nos serviços que prestamos e para informar ainda mais nossos clientes e quem busca saber mais sobre o mercado imobiliário, mas ainda não é cliente Guaíra.

São 5 grandes novidades:

>> O e-book “Comprar ou Alugar um Imóvel?”

>> CredPago

>> Nosso novo Site e novo App Guaíra

>> Associados da ABMI

>> Plantão de Imóveis

E-book “Comprar ou Alugar um Imóvel?”

O e-book discute a principal dúvida de quem está escolhendo um imóvel: eu compro ou alugo um imóvel? O que compensa mais para o momento que estou vivendo?

No e-book, apresentamos as vantagens de cada opção, como o menor investimento para começar no caso de alugar ou as questões de manutenção, do menor compromisso e da facilidade para se mudar, entre outras. Já para o caso da compra, apresentamos 9 vantagens, entre elas, o laço afetivo com a casa, a facilidade no financiamento, o senso de comunidade, o zelo maior, entre outros pontos.

Tudo isso, você pode conferir no e-book. É só baixá-lo aqui.

CredPago

Uma das soluções mais interessantes do mercado é a CredPago. Trata-se de um serviço que resolve toda a burocracia de aluguel de imóveis residenciais por e-mail, basicamente sem a utilização de papéis e assinaturas de documentos. Ele simplifica o aluguel da seguinte forma: o inquilino vai  até uma imobiliária parceira e apresenta os dados pessoais, o número do cartão de crédito, uma cópia da última fatura paga do cartão e a data de vencimento da fatura.

Depois disso, em até 15 minutos, o inquilino tem um retorno do cadastro. Em caso de aprovação (o que costuma acontecer com quem tem um bom histórico no cartão de crédito), a CredPago envia um e-mail com os termos do contrato para dar continuidade ao processo. Daí basta clicar em “Aceito os termos do contrato” e, em seguida, inserir o código se segurança do cartão informado.

A Imobiliária Guaíra trabalha com a CredPago para facilitar justamente seu processo de aluguel de imóveis residenciais, pensando na agilidade do serviço de aluguel para deixar sua vida muito mais prática.

Novo site novo app da Imobiliária Guaíra

Nos últimos meses fizemos uma renovação no site da Guaíra Negócios Imobiliários. Agora, temos novas sessões de destaque, um blog com novo estilo, o que facilita consideravelmente a navegação do usuário no desktop.

Ter um site moderno, renovado e conectado com o que há de mais recente em tecnologia de marketing é essencial para criar uma experiência única para os nossos usuários. E isso é um ponto-chave de toda a estratégia da Guaíra.

E para um site ser verdadeiramente atualizado e moderno, é necessário um layout responsivo – o layout que se adapta ao tamanho da tela do dispositivo que o usuário está utilizando para navegar no site. Pensar em navegação mobile, hoje, não é mais uma necessidade, é obrigação.

O mobile ganhou tanta importância na experiência do usuário que também desenvolvemos um aplicativo especial com seções para busca de imóveis por região, demarcando a proximidade com os dedos, além de outras funções importantíssimas para simplificar o processo de busca do seu novo imóvel:

– Conferir a descrição completa do imóvel, com fotos, metragem;

– Traçar uma rota até o imóvel escolhido;

– Acompanhar as visitas agendadas por você;

Cadastrar seu imóvel em nosso banco de dados.

Faça o download agora mesmo neste link.

ABMI – Associação Brasileira do Mercado Imobiliário

A associação brasileira do mercado imobiliário é a principal associação do setor no país. Somos associados há algum tempo já e enxergamos essa parceria como algo essencial para nossa evolução dentro do mercado.

Isso porque participar da ABMI e discutir as melhores práticas e a evolução do mercado como um todo traz o que há de melhor e mais atual para nossa imobiliária e nosso grupo de negócios imobiliários.

Plantão de imóveis – Imobiliária Guaíra

A Imobiliária Guaíra também trabalha com plantões de imóveis para as negociações diretas com os clientes e interessados. Nossos plantões agora funcionam de terça à domingo

Dentro deles, oferecemos mais de 20 imóveis com ampla variedade de tamanhos e disponibilidade em regiões do ABC Paulista, principalmente, além das proximidades da nossa região.

Ter um plantonista, tanto para compra quanto para a venda de imóveis, com essa disponibilidade garante uma série de facilidades para investidores e interessados em negociar um imóvel de qualidade.

Os plantões acontecem nos seguintes horários:

Terça a sábado: 9 às 17h

Domingo: 9h às 12h

Recentemente, realizamos a 1ª Visit Week Guaíra, uma semana especial na qual apresentamos 20 imóveis no ABC Paulista, com nossos plantonistas de prontidão para atender você e negociar os melhores imóveis, nos melhores bairros.

E você, gostou do artigo? Acesse nosso site para mais informações:
http://guairaimoveis.com.br

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Seguro residencial é bom na hora de comprar um imóvel?

Comprar um imóvel é o sonho de boa parte dos brasileiros, mesmo os mais novos. A sensação de segurança que temos quando adquirimos um imóvel nosso ainda é importante em um país com uma certa instabilidade política e econômica como o Brasil.

E dentro dessa realidade vem em mente uma pergunta muito importante com relação ao momento da compra do imóvel: qual é a melhor forma de adquirir um novo imóvel para morar, com ou sem seguro residencial?

É importante frisar que este é um questionamento que muitos não levam em consideração, já que, hoje, menos de 15% dos imóveis residenciais brasileiros possuem seguro, segundo um levantamento da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg).

Apesar desta porcentagem estar crescendo ano a ano, o número ainda é baixo se comparado a um seguro como o de um carro. É muito mais comum ouvir a conversa sobre o seguro do carro e sua extrema necessidade por conta da segurança pública e de eventuais acidentes, em vez do seguro da casa. Entretanto, as pessoas se esquecem que acidentes como incêndios também podem ocorrer.

Mas incêndios não são o único motivo para contratar um seguro residencial. Seguros deste tipo cobrem diversos problemas e imprevistos que podem ocorrer com um imóvel. Eles podem cobrir danos elétricos, enchentes e danos a terceiros, além de desastres naturais maiores como vendavais, muito mais comuns no sul do país.

Como funciona o seguro residencial?

O seguro residencial básico é o mais comum e cobre desastres naturais mais comuns como incêndios, quedas de raios ou explosões. Entretanto, engana-se quem acredita que vai receber o valor dos eletrodomésticos de volta em uma pane elétrica por conta de raios, por exemplo.

O cálculo do seguro é feito com base no valor do apartamento ou casa e de uma estimativa de custo dos bens que o integram. Logicamente, os seguros oferecem um valor aproximado, portanto, não o valor completo de todos os bens que você possui em casa. Eventualmente, o valor ultrapassa o valor dos bens, mas isso é raro.

Outra proteção que o seguro residencial – mas neste caso não o básico – pode cobrir é a questão da responsabilidade civil. Ela refere-se ao problema de quando algo que estava sob sua responsabilidade prejudicou um terceiro. Por exemplo, se o seu cachorro escapou da casa e machucou alguém, o seguro paga pelos danos. O mesmo serve para quando uma planta cai da varanda de um apartamento, por exemplo, e acerta uma pessoa. Essas são algumas situações que podem ter cobertura por responsabilidade civil.

Outro fator positivo de alguns seguros residenciais é o serviço de assistência 24h. Diversas empresas atualmente – na verdade a maioria delas, oferecem este tipo de serviço já incluso no preço do seguro, o que representa um grande argumento de venda e de compra. Essa assistência 24h, na maior parte dos seguros, cobre serviços como chaveiro, encanador, eletricista, entre outros serviços básicos necessários nas casas.

Para que realmente serve um seguro residencial?

Ele serve primordialmente para garantir a proteção do patrimônio do cliente. E isso não se refere somente à estrutura física da residência, mas também, em algumas opções, garantir a segurança de tudo o que está dentro do imóvel como eletrodomésticos, móveis e até mesmo a rede elétrica e o encanamento da casa, caso sejam danificados.

O seguro residencial não costuma cobrir tudo

Parece óbvio, mas muita gente se assusta com este fato. Mesmo contratando um seguro residencial, você precisa tomar muito cuidado com quais coberturas ele oferece. A velha máxima de ler o contrato assinado, para não passar nenhum aperto é essencial. Isso porque a lista de cobertura de um seguro costuma variar de acordo com a empresa em questão. Mesmo com serviços relativamente padronizados em suas ofertas, a cobertura tem suas peculiaridades.

Verificar o que está descrito no tópico “riscos excluídos” do Manual do Segurado ajuda muito, por exemplo. E se você se sentir enganado, lembre-se sempre de averiguar o que seu seguro te oferece para ter certeza – na hora da contratação do seguro – de que as exclusões definidas em contrato não te surpreenderão futuramente.

Valores obrigatórios do seguro residencial

Lembra os valores comentados no começo do texto? Então, em um seguro residencial, o valor das indenizações necessariamente está limitado ao valor contratado em cada cobertura individualmente. Um exemplo para ilustrar isso é o caso de um cliente que contrata o seguro e define uma cobertura de R$ 250 mil para incêndio, mas o prejuízo é maior que este valor. Depois do valor definido por contrato e assinado pelo cliente, não é possível fazer qualquer tipo de reclamação sobre a indenização, já que ela será de no máximo R$ 250 mil, o valor pré-determinado em contrato.

Também parece óbvio, mas é importante ressaltar: a seguradora só tem a obrigação de cobrir tudo o que estiver no contrato, nada a mais do que isso. E é exatamente por conta disso que é tão importante a atenção do consumidor na leitura da apólice do seguro.

Mas no fim das contas: vale a pena contratar um seguro residencial?

Se a dúvida existe, é porque existem casos em que a contratação não é tão vantajosa para o proprietário. Aqui cabe uma análise aprofundada de todos os cenários antes de tomar a iniciativa de procurar uma seguradora e contratar um seguro com coberturas que não são necessárias para o seu caso.

O custo-benefício é palavra-chave neste momento. Geralmente os seguros de carros são bem mais caros que os de imóveis, portanto, a análise do preço garante um sim, na maior parte dos casos. No entanto, o preço não é tudo nesta análise.

É preciso que o seguro residencial ofereça coberturas que toquem em pontos sensíveis da segurança da sua residência e da sua família para se tornar realmente vantajoso. Quer um exemplo: quem mora em um apartamento corre muito menos risco de ser assaltado do que alguém que reside em uma casa, ainda mais quando este imóvel é localizado em um bairro com maior índice de criminalidade. Morar sozinho ou deixar o imóvel vazio por longos períodos de tempo, também é um agravante importante para considerar um seguro residencial.

Entretanto, o fator mais importante para comprovar se é bom contratar um seguro residencial é o fator da tranquilidade de contar com a proteção total ou mesmo parcial para aquilo que é geralmente a propriedade mais cara de uma família. Além disso, é a garantia de que, mesmo com o pior dos problemas, sua propriedade estará assegurada e você não terá dores de cabeça para resolver a situação.

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Organizando Roupeiro – Dica de Móveis e Imóveis

Um roupeiro bem organizado é aquele que ao abrir, você imediatamente localiza o que quer pegar e não precisa ficar fazendo “caça ao tesouro” para encontrar a fronha daquele lençol. Se você não tem “um roupeiro”, separe uma parte do armário para organizar os lençóis e toalhas.

  • O primeiro passo é separar os conjuntos – lençóis e fronhas devem ficar juntos.
  • Existem diferentes formas de manter os jogos juntos. Você pode dobrar o lençol de baixo (veja na foto abaixo a forma correta de fazer) e as fronhas e usar o lençol de cima, depois de dobrado, para embalar, outra maneira é usar uma das fronhas para armazenar o conjunto dentro. Dessa forma, fica fácil visualizar cada um deles na hora de escolher qual vai usar.
  • Quando o jogo de lençol retornar da lavagem, ele deve ser guardado embaixo da pilha. Use sempre o jogo de cima da pilha, isso criara um rodízio automático entre eles.
  • As toalhas também devem ser organizadas por conjunto. Algumas pessoas gostam de guardar toalhas enroladas, eu recomendo dobrar e manter o jogo junto. Isso evita por exemplo, ter que ficar procurando a toalha de rosto daquele jogo….
  • O critério da organização dos jogos também varia em função do espaço. Você pode definir uma prateleira para cada pessoa da casa, o que facilita muito ou separar toalhas e lençóis
  • Colchas, mantas e cobertores que não são usados frequentemente podem ser guardados em capas de TNT com zíper, elas possuem a frente transparente para que você possa identificar o que está armazenado. Além de conservar a peça, ainda deixa o visual do armário muito mais bonito.

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Como fazer economia de energia em uma casa ou apartamento?

Viver na própria casa ou no próprio apartamento é uma experiência incrível e única, seja como inquilino ou como proprietário. Criar suaprópria rotina, passar o final de semana assistindo Netflix, decidir como decorar tudo, chamar os amigos para aproveitar as noites em casa, com uma boa conversa, música e comida é sensacional. Mas nem tudo são flores. Com a nova vida, chegam as novas contas: água, gás,telefone, internet e a conta de luz.

E como fica a economia de energia em uma casa ou apartamento?

De mês em mês, a conta de luz chega nas nossas casas. De acordo com um valor pré determinado pela companhia de energia elétrica, o consumo é marcado no relógio e o valor a ser pago pelo cliente é apresentado na conta, referente ao consumo do período. O primeiro passo para o consumidor é compreender cada detalhe do que é cobrado nessa fatura. É preciso entender os cálculos, saber quais eletrodomésticos mais consomem energia e como reduzir o consumo pra não tomar nenhum susto no começo do mês.

A potência dos eletrodomésticos, por exemplo, determinada pelo Sistema Internacional de Unidades, em watts (W) ou kW que é igual a 1.000 W, define quanto de energia foi consumida. O cálculo é simples: multiplica-se o número de horas que o eletrodoméstico foi usado pela potência dele.

Os aparelhos elétricos que costumam consumir mais energia são os que envolvem aquecimento ou resfriamento como, por exemplo, o chuveiro e a geladeira. O chuveiro, em especial, gasta ainda mais kW/h quando utilizado no modo inverno e por ser um dos aparelhos mais utilizados da casa e por mais tempo. Já no caso das geladeiras, a explicação para o alto consumo não se refere nem tanto à potência, mas sim ao fato dela ficar ligada o tempo todo.

E qual o valor do kWh cobrado pela concessionária de energia de sua região? É preciso analisar o valor definido como tarifa na conta mensal da sua região. A companhia costuma definir isso com base em algumas informações como a faixa de renda, a região e o perfil do consumidor.

Dicas para fazer economia de energia na casa ou no apartamento

1- Não deixe os aparelhos na tomada

Eletrodomésticos e aparelhos eletrônicos em modo stand-by também consomem energia. Por mais estranho que essa notícia pareça, é verdade. Se você fica muito tempo fora de casa e não utiliza o aparelho, comece a praticar a ideia de retirá-lo da tomada durante o período em questão. Além da economia de energia, você também evita transtornos como o de aparelhos queimados no caso de quedas súbitas de energia ou por conta de tempestades.

2- Troque as lâmpadas

Essa mudança já deveria ter se tornado o novo padrão, na realidade. Mas como ainda é muito comum o uso de lâmpadas incandescentes é preciso deixar claro: lâmpadas fluorescentes reduzem cerca de 20kw/h de energia elétrica por ano. Além disso, elas duram muito mais e causam um impacto consideravelmente menor no meio ambiente, economizando energia.

3- Dicas básicas na cozinha

Evite deixar a geladeira encostada na parede, para evitar choques de temperatura. Essa dica é ainda mais válida para cidades muito frias como Curitiba, por exemplo. No fogão, duas dicas são de extrema importância para reduzir os gastos com energia elétrica: não tire alimentos da geladeira direto para o forno, pois o consumo de energia é maior para mantê-lo aquecido, e procure não deixar a porta do forno aberta por muito tempo.

4- Secadora de roupa? É bom evitar

OK, se você mora em Curitiba, como mencionamos acima, dá para compreender o uso da secadora de roupas, já que a temperatura – no inverno especialmente – são baixas e os ambientes bastante úmidos, o que dificulta bastante a secagem das roupas. No entanto, se você tem uma casa ou apartamento em cidades mais quentes, o ideal é usar um varal para secar suas roupas e evitar o gasto desnecessário de energia elétrica.  

5- Eletrodomésticos antigos gastam mais energia

É bom evitar aqueles eletrodomésticos antigos como a geladeira antiga da sua mãe com uma borracha de vedação super usada, por mais vintage que ela seja. Estilo na cozinha é legal, mas os gastos de energia aumentam consideravelmente se você continuar utilizando aparelhos assim.

6- Luzes apagadas = economia de energia

Sabe aquela frase que você ouvia do seu pai – “Tá achando que eu sou dono da Light?” – quando você deixava as luzes acesas nos cômodos? Pois é, provavelmente hoje você entende o que ele estava dizendo. Apagar as luzes dos cômodos, é uma das dicas mais importantes, já que é algo muito comum em todas as casas. Essa atitude contribui para o meio ambiente e ainda ajuda na economia de energia elétrica.

7- Dimmers? OK!

Sabe os dimmers, aqueles interruptores que controlam a intensidade da luz? Então, eles são realmente ótimas opções para fazer economia de energia e, além disso, ainda podem proporcionar um clima diferente nos cômodos da casa, em especial o quarto.

8- Regras para o ar-condicionado  

Ter ar-condicionado em casa ou apartamento está virando regra para cidades mais quentes. Mas é muito importante que o dono do eletrodoméstico mantenha os filtros de ar dos condicionadores bem limpos para evitar um gasto maior. Outra dica essencial é evitar deixar o aparelho ligado quando o ambiente estiver desocupado, a não ser antes de dormir, para já entrar naquele ambiente mais refrescante.

9- Geladeira mais uma vez

Outras duas dicas ideais para a geladeira são:

Evite manter a geladeira ao lado do fogão, já que este aquece muito e acaba aumentando a temperatura externa da geladeira, exigindo mais consumo de energia para resfriá-la;

Não forre as prateleiras da geladeira, pois isso dificulta a passagem do ar, aumentando o gasto de energia.

 

 

 

 

 

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