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DicasMercado Imobiliário

Comprar ou Alugar? Qual a melhor opção nesse momento para você?

Descubra o que você precisa avaliar na sua vida para determinar qual das duas opções é a mais indicada.

Comprar ou alugar é uma das grandes dúvidas da sociedade brasileira em geral. Muita gente ainda convive com aquelas frases do pai e da mãe na cabeça dizendo: “invista em um bom imóvel”, “a compra da minha casa foi uma das minhas maiores conquistas financeiras”, entre tantas outras do tipo. Mas e aí, será que comprar é melhor do que alugar?

Para responder essa pergunta, precisamos analisar alguns fatores como o atual estado do mercado financeiro e imobiliário brasileiro. Está valendo a pena por conta da queda da taxa de juros? Uma nova oferta de unidades? O crescimento do PIB?

Além disso, é preciso analisar também o seu momento de vida, naturalmente, para saber, por exemplo, se vale a pena morar de aluguel e acumular um valor em investimentos para comprar o imóvel mais tarde com menos parcelas ou até mesmo à vista.

Mercado financeiro e imobiliário

O momento em que vivemos é um momento delicado. As eleições presidenciais deste ano trazem uma instabilidade enorme aos preços de basicamente qualquer investimento no mercado, inclusive o de imóveis.

Isso porque os imóveis, no geral, possuem um valor mais alto e uma liquidez muito baixa, já que representam um investimento que costuma demorar para ser vendido, mesmo em épocas nas quais a economia está forte.

Aliás, o estado da economia é outro ponto que debilita o mercado imobiliário. Os últimos 4 anos foram de grande instabilidade econômica no Brasil. Um impeachment, uma série de promessas feitas e não cumpridas, perda de poder aquisitivo da população, queda na taxa SELIC, aumento da inflação. Parecia que as coisas não iam parar de piorar, mas pararam. E agora, estamos vivendo o momento de retomada econômica do país. Mas, essa retomada demora para surtir efeitos positivos, obviamente.

E mesmo tendo investido em um imóvel nessa época mais turbulenta, ainda é possível corrigir esse problema e evitar continuar pagando juros mais altos. Você pode pedir a portabilidade do financiamento em outra instituição.

É bastante comum migrar o financiamento para outro banco e negociar taxas de juros consideravelmente menores. E para evitar um financiamento com esse tipo de negociação novamente, vale a pena ler nosso artigo sobre algumas dicas de como financiar um imóvel.

O mercado imobiliário também apresenta um paradoxo: apesar dos últimos 4 anos terem sido bastante turbulentos na economia, os preços de imóveis atualmente estão quase estáveis. E, se a opção for realmente investir na compra, talvez possa ser um bom momento.

A explicação? O Índice FipeZap, que monitora o comportamento dos preços de venda de imóveis residenciais em 20 cidades, encerrou o mês de julho próximo ao índice de estabilidade.

Outra modalidade, a de comprar para alugar, também pode valer a pena se você fizer boas análises dos imóveis. Se a ideia não é fazer especulação imobiliária, comprar para ganhar dinheiro com o aluguel acaba se tornando uma boa opção, considerando a queda da taxa básica de juros, a Selic, e a retomada do poder aquisitivo da população de uma forma geral, mesmo antes das eleições.

A Selic, caiu de 14,25% para 6,5% ao ano, em 2018, ou seja, o cenário é positivo para que as famílias voltem a investir em moradias melhores, mesmo alugadas. E o investidor pode comprar com mais certeza mesmo considerando o risco de vacância, aquele tempo em que o imóvel fica sem inquilino, com taxas e impostos como água, luz, condomínio e IPTU sendo pagos pelo próprio investidor.

E se eu não tenho dinheiro agora para comprar, mas quero um imóvel?
Bom, neste caso, você tem algumas opções como:
Financiar o imóvel em um banco ou uma cooperativa de crédito
Guardar dinheiro e morar de aluguel até conseguir o valor para comprar o imóvel
Comprar fundos imobiliários

A 1ª opção você já conhece. É a mais comum de todas e mais divulgada para quem busca um imóvel residencial. A 2ª também muita gente já te contou, inclusive a gente. Mas a 3ª talvez não é tão comum e é um tanto quanto arriscada. Por isso, é preciso fazer uma análise apurada e com calma para investir certo.

No caso, para investir em fundos imobiliários você basicamente possui 2 opções: os fundos imobiliários de papel – um pouco mais conservadoras – que investem em LCI, LCA, CRI e CRA; e os fundos de tijolo, fundos que possuem imóveis físicos como, shoppings centers, edifícios empresariais e hotéis.

Os fundos de investimento representam uma ótima opção para quem busca um imóvel para investimentos apenas e não para morar. Se essa é realmente a sua intenção e seu momento de vida, comece a considerá-la e estudar sobre o assunto.

Mas para saber realmente se vale a pena comprar ou alugar um imóvel residencial, vamos fazer um exercício:

Imagine que você está interessado em um imóvel que custa R$ 450 mil e que você possui este valor para comprá-lo à vista.

Ao optar pela compra, você precisa analisar o custo de oportunidade, ou seja, qual a rentabilidade dos R$ 450 mil se colocados em uma aplicação financeira de baixo risco.

Geralmente dá para alugar outro imóvel com mais ou menos o mesmo espaço e localização por um valor menor do que a rentabilidade líquida mensal dos R$ 450 mil investidos. Um imóvel com aluguel de R$ 2.400,00/mês + R$ 100,00 de IPTU todo mês, por exemplo, te deixaria com R$ 2.000,00 a mais no fim do mês, se você investisse em um ativo com juros de 1%/mês.

Neste caso, vale a pena fazer o que? Obviamente investir o montante total, alugar uma casa por um valor menor do que a rentabilidade líquida mensal e continuar fazendo o seu dinheiro se multiplicar com o poder dos juros compostos.

Mas existem muitas outras nuances em cima desse assunto. A subjetividade de querer realizar o sonho da casa própria, ou a possibilidade de morar em um imóvel alugado por um tempo e logo depois buscar outros imóveis em outras cidades – algo bastante comum para os casais mais jovens, menos presos à uma cidade especificamente, já que o trabalho home office está ganhando espaço no mercado de trabalho.

Por isso, preparamos um guia super especial com detalhes sobre as vantagens e desvantagens de comprar ou alugar um imóvel. Porque é importante ressaltar: não existe, na verdade, certo ou errado nessa situação, existe uma confluência de fatores econômicos/sociais e vontade de quem busca um novo imóvel para morar.

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Mercado Brasileiro: bom momento para investir em imóveis?

O mercado brasileiro em 2018, diferentemente dos últimos anos, está otimista. Mesmo com toda a inconstância que ainda envolve o cenário político brasileiro, os níveis inéditos de insatisfação da população com o atual presidente da república e a greve de caminhoneiros mais recente que quase parou o país, nossa economia está mostrando sinais de recuperação e promete mudanças positivas ainda este ano.

Motivos não faltam: as taxas de juros estão caindo e o crédito imobiliário voltou a ser acessível, o que facilitou a retomada do mercado imobiliário tanto na venda dos estoques das construtoras quanto na incorporação de novos empreendimentos em basicamente todas as regiões do país.

Como apontamos acima, o mercado imobiliário vem de uma ressaca de quase quatro anos e no fim do ano passado já começou a ensaiar uma reação, quando o FMI realizou uma revisão de crescimento do PIB Brasileiro de 2018 e apontou uma queda da taxa SELIC para níveis próximos de 7% a.a em 2018.

Estamos em um momento de nova transição: os imóveis brasileiros em geral passaram por uma forte valorização no período de 2008 a 2014. Logo em 2015 a crise se instaurou de vez no país e provocou uma derrocada nos preços dos imóveis. Para quem está constantemente ligado no mercado e trabalha com esse tipo de investimento, foi o momento ideal para investir em um imóvel, já que os preços caíram drasticamente.

Entretanto, não foram só os preços que diminuíram de 2014 até o ano passado. Houve também uma retração na oferta e na demanda de unidades. Com isso, o mercado sofreu com um desaquecimento e algumas construtoras e incorporadoras acabaram fechando as portas.

Do fim de 2017 até os próximos meses – provavelmente até o começo do 2º semestre de 2018 –  ainda veremos ótimas oportunidades de compra, mesmo com todo esse cenário se invertendo. Essa inversão, na verdade, vem gerando um novo ciclo de oportunidades no segmento para quem buscava investir em imóveis, sobretudo na reta final desse ciclo de baixa.

O mercado está se reaquecendo e este reaquecimento leva um tempo considerável para mostrar seus efeitos. São meses de planejamento, desenvolvimento de novas campanhas de venda, negociação de contratos, disponibilização de crédito por parte dos programas de habitação para de fato de iniciar a construção de um novo empreendimento. E, mesmo no caso de empresas com um bom fluxo de caixa para investimento, o cenário não é tão diferente.

A dica é aproveitar as oportunidades de compra para investir ou até mesmo trocar de imóvel. Os índices econômicos vêm demonstrando uma recuperação em geral e consequentemente isso vai gerar uma nova demanda por imóveis e natural elevação de preços no setor. Como o estoque já está diminuindo há algum tempo, os descontos também estão começando a diminuir.

Por que o mercado imobiliário está se reaquecendo?

A lógica é simples, mas para quem não possui conhecimento econômico pode parecer algo super complexo. A ideia é desmistificar isso. Com a diminuição das taxas de juros e a queda gradual da inflação – abaixo da meta do Banco Central – basicamente todos os setores e segmentos da economia nacional são afetados: os de grande consumo como supermercados, comércio e serviços básicos são os primeiros afetados. Itens de médio consumo como eletrodomésticos e eletroeletrônicos, vêm logo depois.

Antes do mercado imobiliário, um último mercado passa por uma recuperação quando a economia vai bem: o setor automotivo. O conceito é que a taxa básica de juros e a inflação estão diretamente ligadas ao desempenho do mercado imobiliário. Como estão passando por um momento de diminuição, isso proporciona crescimento do mercado, superando até mesmo as previsões mais otimistas dos especialistas. Isso só demonstra a real força deste novo momento econômico que estamos vivendo no país.

Os números para 2018 são positivos para o mercado imobiliário

Os números são bastante favoráveis para a economia e para o mercado de uma forma geral em 2018. Um exemplo ótimo para ilustrar essa afirmação é o saldo 2017 da Caixa, uma das principais financiadoras de crédito imobiliário do país com 69% das operações para compra de casa própria, que fechou com R$432 bilhões na carteira de crédito de habitação. Se compararmos esse valor com o de 2016, o volume de empréstimos ficou 6,3% acima da média do ano retrasado.

As previsões de 2018 da Caixa são tão favoráveis quanto os números de 2017: o orçamento previsto para crédito habitacional é de R$82 bilhões, com uma meta física de lançamento de 650 mil novas unidades apenas pelos programas de habitação do Ministério das Cidades, não contando as habitações do mercado.

Também houve um crescimento de 5,2% em lançamentos residenciais verticais  e um aumento de 9,4% nas vendas destes imóveis, comprovando a ideia de que os estoques estão diminuindo consideravelmente e em breve os preços dos imóveis voltarão a aumentar. Para se ter uma boa ideia do panorama de vendas, no acumulado de 2017, elas  superaram os lançamentos em 11.878 unidades.

Mas afinal: vale a pena investir em imóveis em 2018?

A resposta direta é: sim.

Mas existem dois caminhos principais. O do financiamento imobiliário para aqueles que não conseguiram poupar muito e comprar um imóvel à vista, e o da compra à vista de um imóvel, o que exige um aporte financeiro considerável, mesmo com os preços ainda caminhando para um novo crescimento.

>> Modelo de compra à vista

Tecnicamente falando, o contexto econômico atual está muito benéfico para quem possui dinheiro suficiente para realizar uma compra à vista. A ideia é que investir em imóveis seja a curto ou a longo prazo ainda vale a pena nestes últimos meses.

Na prática, investir em uma época de instabilidade econômica – devido à instabilidade política – é uma ótima opção. Então aproveitar os últimos indícios da crise ainda vale a pena. Isso porque os preços em breve aumentarão de acordo com as previsões e, neste novo cenário, o melhor será poupar e investir em outros ativos como os fundos imobiliários, por exemplo.

>> Modelo de compra no financiamento

Existem algumas preocupações básicas para quem vai financiar um imóvel, independente da época ser de crise ou não:

– Busque por instituições financeiras confiáveis e com boas condições de crédito

– Pesquise bastante antes de fechar um contrato para evitar fraudes e irregularidades. De preferência, opte por instituições autorizadas pelo BC.

– Ler atentamente o contrato analisando as condições da operação, os direitos e obrigações do credor e do devedor.

– Solicitar planilhas de simulação da operação, com parcelas a serem pagas e o cálculo do Custo Efetivo Total (CET).

Gostou do artigo? Leia o nosso sobre Cachorros e Gatos em apartamentos ou imóveis aqui: http://blog.guairaimoveis.com.br/2018/06/12/cachorro-ou-gato-dentro-de-apartamentos-sao-permitidos/

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Organizando Roupeiro – Dica de Móveis e Imóveis

Um roupeiro bem organizado é aquele que ao abrir, você imediatamente localiza o que quer pegar e não precisa ficar fazendo “caça ao tesouro” para encontrar a fronha daquele lençol. Se você não tem “um roupeiro”, separe uma parte do armário para organizar os lençóis e toalhas.

  • O primeiro passo é separar os conjuntos – lençóis e fronhas devem ficar juntos.
  • Existem diferentes formas de manter os jogos juntos. Você pode dobrar o lençol de baixo (veja na foto abaixo a forma correta de fazer) e as fronhas e usar o lençol de cima, depois de dobrado, para embalar, outra maneira é usar uma das fronhas para armazenar o conjunto dentro. Dessa forma, fica fácil visualizar cada um deles na hora de escolher qual vai usar.
  • Quando o jogo de lençol retornar da lavagem, ele deve ser guardado embaixo da pilha. Use sempre o jogo de cima da pilha, isso criara um rodízio automático entre eles.
  • As toalhas também devem ser organizadas por conjunto. Algumas pessoas gostam de guardar toalhas enroladas, eu recomendo dobrar e manter o jogo junto. Isso evita por exemplo, ter que ficar procurando a toalha de rosto daquele jogo….
  • O critério da organização dos jogos também varia em função do espaço. Você pode definir uma prateleira para cada pessoa da casa, o que facilita muito ou separar toalhas e lençóis
  • Colchas, mantas e cobertores que não são usados frequentemente podem ser guardados em capas de TNT com zíper, elas possuem a frente transparente para que você possa identificar o que está armazenado. Além de conservar a peça, ainda deixa o visual do armário muito mais bonito.

Gostou do artigo? Veja também 5 dicas de papel de parede para seu imóvel!

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Qual a melhor hora para investir em imóveis?

Investimentos imobiliários são sempre extremamente considerados dentro do pool de investimentos existentes, seja por instituições bancárias ou empresas especializadas em organizar investimentos de pessoas físicas ou jurídicas. Isso acontece, em grande parte, devido à crescente valorização dos bens imobiliários e ao fato de este ser considerado um investimento seguro.

Além disso, o crescimento do setor de construção civil na última década, incentivado principalmente pela ascensão da classe média brasileira, criou uma série de oportunidades para a compra de imóveis. Ainda assim, é preciso avaliar muito bem o otimismo em torno desse tipo de investimento. Isso porque variáveis como a localização, o tipo de imóvel, as condições de pagamento, os juros, os riscos e até mesmo o valor de revenda são fatores que devem nortear a sua decisão.

O mercado imobiliário brasileiro e a venda de imóveis em 2018

De 2008 a 2012, o mercado imobiliário brasileiro viveu um boom gigantesco: viu uma grande alta da oferta, dos valores e dos financiamentos oferecidos. Naturalmente, o  mercado estava superaquecido àquela época e muita gente ganhou bastante dinheiro com investimentos e venda de imóveis.

Hoje, em 2018, o cenário se modificou consideravelmente. Acabamos de enfrentar uma crise financeira muito por conta do caos político que o Brasil viveu de 2014 a 2017. Os primeiros sinais de recuperação do mercado imobiliário já foram vistos no fim de 2017, no entanto, 2018 tem boas previsões. Este ano está oferecendo uma grande chance para quem quer começar a investir e também para os que buscam diversificar. Como falamos acima, investir em imóveis é uma opção segura, rentável, e que no geral oferece ótimas chances de lucro. Esse investimento tem características muito mais delineadas com o perfil de investidores conservadores, que buscam evitar dores de cabeça com flutuações de mercado financeiro sem abrir mão do lucro.

De acordo com o economista Ricardo Amorim, a recuperação do mercado imobiliário em 2018 pode ser enxergada por meio de alguns indicadores como a alta dos estoques nas construtoras, o acesso facilitado ao crédito imobiliário, a revisão de crescimento do PIB Brasileiro – ponto que impacta diretamente a geração de novos empregos, aumento de renda – e, por fim, a queda da taxa SELIC para níveis próximos de 7% a.a este ano.

Para o professor da FGV, Alberto Ajzental, essa queda da taxa SELIC e a diminuição gradual da inflação, que caminha para baixo da meta do Banco Central, são alguns dos motivos que fortalecem a economia a longo prazo tornando-a mais estável. Isso, junto com o fato dos valores dos imóveis não estarem tão elevados e não terem uma previsão de disparada nos próximos anos, cria um ambiente extremamente propício para investimentos imobiliários.

Embora as taxas de desemprego ainda estejam muito altas, o consumidor brasileiro já tem um pouco mais de segurança e confiança para investir em imóveis. Mesmo assim, é preciso ficar atento à estabilidade no próprio emprego. Além disso, como os financiamentos são todos a longo prazo, o ideal é não comprometer mais que 25% da renda líquida com prestações de financiamento.

Investir em um imóvel é uma boa pro meu perfil?

Se você quer dinheiro a curto prazo, o imóvel definitivamente não é um bom investimento. Isso porque a liquidez é consideravelmente baixa, a venda costuma ser demorada, já que se trata de um bem com valor alto de venda, isso sem contar que a venda dele é mais difícil em um momento de crise como a que acabamos de viver nos últimos 4 anos. Investir em um imóvel para deixá-lo parado ou vazio também não é uma boa ideia, já que isso influencia diretamente a economia, pois muitos imóveis vazios fazem com que os preços dos aluguéis caiam. Além disso, imóvel vazio tem custos de manutenção por conta do proprietário.

Por outro lado, existem aqueles que gostam de investir em imóveis pela estabilidade como falamos acima e pela garantia de uma renda passiva, com o aluguel do apartamento ou casa, por exemplo. Alugar um imóvel requer cuidados como a busca por uma imobiliária confiável para fazer sua gestão, mas, encontrando-a, é uma ótima oportunidade.

E essa é a soma a ser feita: muitas vezes as pessoas pensam que o retorno do imóvel é somente o valor do aluguel, ou, a valorização do mercado; mas, o correto é somar os dois valores (somar o aluguel recebido durante todo o ano e a valorização do anual do imóvel).

Falando ainda sobre o investidor que busca a renda passiva do aluguel, existem os que são ainda mais conservadores e procuram investir em um imóvel mais caro, em um bairro mais nobre com a certeza de que o investimento é bom e trará retorno.

No caso dos investidores que pensam na valorização do imóvel no futuro, muitos escolhem o imóvel em um bairro que está em expansão ou passando por melhorias públicas e compram um imóvel em construção, com valores mais baixos. Como acabam fazendo esse tipo de investimento para alugar durante o período de valorização e posteriormente para vender, as chances de ganhos mais altos são enormes.

Conclusão

Como basicamente qualquer tipo de investimento, a aposta em imóveis também envolve riscos. Logicamente, existem aqueles que conseguem ganhos maiores, por conta de um bom planejamento, um bom timing de compra e uma visão de futuro muito alinhada com a cidade e com a economia do país. Para alguns, o investimento pode não dar certo, sendo afetados por uma desvalorização ou pela estagnação, o que não costuma ocorrer com tanta frequência, mas é possível.

Assim como grandes investidores fazem, o comprador de imóvel precisar saber “ler” o mercado e avaliar suas decisões. Por isso, é fundamental entender todas as condições para fechar a negociação, como por exemplo, a previsão de gastos futuros e dos ganhos atuais.

Isso significa que investir em imóveis é sim uma boa opção para aqueles que se empenham em fazer o melhor negócio possível: aquele que cabe no bolso e gera retornos a longo prazo.

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O que você precisa saber sobre economia doméstica e mercado imobiliário

A economia doméstica e o mercado imobiliário têm uma relação íntima no que se refere à variação de valores dos imóveis. Entenda mais sobre esse assunto em nosso artigo.

A economia doméstica é um ponto bastante antigo da sociedade humana. Desde os tempos da Revolução Industrial, na Inglaterra do final do século XVIII, a sociedade começou a se organizar em famílias menores, morando nas mesmas casas a fim de obter um aumento na qualidade de vida. Com isso, o governo passou a investir mais em infraestrutura urbana – também devido ao êxodo rural por conta da industrialização – e em novas moradias. Isso não aconteceu da noite para o dia em absolutamente nenhum país, inclusive o Brasil.

Aqui, em especial no sudeste brasileiro, a industrialização também modificou a sociedade e a forma como morávamos. Com a Revolução Industrial, mesmo que tardia, o Brasil começou a se urbanizar – um tanto quanto descontroladamente – e a criar novas moradias, pavimentação, entre outras melhorias de urbanização. Além disso, a sociedade à época criou mecanismos amplos para organizar a economia doméstica, o mercado imobiliário – ainda pouco evoluído para um país da nossa dimensão – e a evolução dos imóveis nas cidades.

Na década de 40 e 50, com a consolidação do processo industrial e do surgimento de eletrodomésticos, começamos uma nova era de consumo, na qual a regra era: para viver tranquilamente é preciso comprar eletrodomésticos para facilitar seu dia a dia e ter mais tempo para a família, para os amigos e para a vida em geral. Com essas novas necessidades, além dos automóveis que também entraram para o imaginário humano, criou-se a preocupação em economizar energia elétrica, por exemplo.

Essa nova estrutura social também criou novas necessidades e novos espaços para trocas comerciais. Das mercearias e armazéns passamos para os supermercados e varejões – a feira livre resistiu bravamente até hoje, por algum milagre. Com esses novos espaços, as pessoas começaram a se preocupar também com a economia no supermercado, entre tantas outras formas de economizar o dinheiro do mês. Essas estratégias de economia são denominadas economia doméstica e elas estão intimamente ligadas ao mercado imobiliário. Vamos entender o porquê.

Um exemplo prático e bastante claro de como a economia doméstica afeta diretamente o mercado imobiliário é o das áreas nobres em cidades. Algumas cidades, possuem zonas mais nobres, com bairros mais abastados. Isso significa que mais pessoas ricas estão morando nestes bairros e a concentração de dinheiro é maior naquela área. E com uma concentração de riqueza maior em uma área, os estabelecimentos conseguem trabalhar com preços maiores na hora de vender seus produtos e serviços.

Com isso, alguns aluguéis comerciais também passam a ficar mais caros com o passar do tempo. Essa valorização toda de uma determinada área da cidade pode ter razões diretas ou indiretas. Diretas se for o caso de uma intervenção municipal ou da iniciativa privada com a construção de prédios, shoppings ou outras construções que valorizam a área. Indiretas no caso de uma valorização por melhorias públicas que já aconteceriam de qualquer forma e acabaram otimizando o bairro ou a zona em questão.

A economia do país afeta diretamente o mercado imobiliário

O corretor imobiliário que realmente gosta da profissão e entende a importância dela para a sociedade, já entendeu a frase acima há muito tempo. O mercado imobiliário tem relação direta com a economia do país e também com a economia doméstica. E por serem tão interligadas, a economia do país acaba se tornando o termômetro do mercado imobiliário, ou seja, se a economia estiver em alta, por consequência os riscos estarão menores e o consumidor terá muito mais segurança para adquirir ou trocar de imóvel. Agora, se a economia estiver retraída, os riscos e os juros estão em alta e vai ser o momento de vacas magras para o mercado imobiliário e para quem trabalha nele.

Isso porque sem emprego e sem renda – coisas comuns em períodos de crise econômica com a que vivemos nos últimos anos – as pessoas diminuem ou para de consumir e o sonho da casa própria – antes o principal deles – agora é deixado de lado já que é preciso atender as necessidades básicas primeiro. Como afirmamos, os juros também acabam tendo forte poder sobre o setor. O corretor de imóveis precisa conhecer e dominar números, taxas e índices do setor, para não só orientar melhor os clientes, mas também para direcionar melhor o negócio, desde a primeira abordagem até a conclusão da venda.

O bom corretor vai muito além disso, inclusive. A iniciativa dele coincide com pesquisas de segmentos por renda, índice de inadimplência e endividamento, ritmo de formação de novos casais nas cidades, no estado específico e no país como um todo, qual o volume de crédito disponível para o setor imobiliário, se imóveis usados continuarão financiáveis através dos bancos e até mesmo as perspectivas de evolução do Produto Interno Bruto (PIB) do país.

Respondendo mais a fundo sobre como a economia do país impacta no mercado imobiliário, nos últimos anos, por exemplo, foi necessária uma mudança drástica do governo no que se refere ao programa Minha Casa Minha Vida. Antes, ele era voltado apenas para famílias de baixa renda, mas agora teve seu direcionamento ampliado para atender famílias com renda mais alta. As taxas de juros são diferenciadas, bem como as formas de pagamento para possibilitar a aquisição.

O governo precisou definir algumas estratégias novas para que os imóveis novos ganhassem a atenção de novos donos. E, ao mesmo tempo, ofereceu condições especiais que estimulam a movimentação de dinheiro pela população. Um exemplo prático disso é o uso do FGTS para comprar imóveis, que também foi estimulado.

Mercado imobiliário reaquecido

A velha máximo – a demanda dita ofertas e descontos  – serve muito para a realidade do mercado imobiliário. A estabilidade da economia do país possibilita uma avaliação aprofundada e realista do fluxo de demandas no mercado imobiliário. Quando estamos em crise, por exemplo, os preços determinados não tinham saída e as construtoras não podiam trabalhar com ofertas, descontos e promoções.

Este ano, com o recente aquecimento do mercado, essa realidade já mudou. A perspectiva é de lucro para quem investiu e tem investido no mercado imobiliário, mesmo que algumas imobiliárias tenham sido afetadas por mínimas históricas até 2015. Com essa recuperação em 2018, os valores dos imóveis têm voltado aos seus números normais.

Conclusão

A economia doméstica tem participação ativa dentro da realidade do mercado imobiliário, seja por conta de mudanças estratégicas do governo, que cria novos programas de crédito para a população adquirir novos imóveis ou comprar imóveis usados, seja por conta da diminuição da taxa de juros, que tem impacto direto na economia como um todo, inclusive a de consumo básico, o que ajuda a população a ter mais dinheiro para fazer novos financiamentos e realizar o sonho de adquirir um imóvel em seu nome.

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Imóvel: sempre um bom investimento
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Imóvel: sempre um bom investimento

Uma moeda forte que resiste ao tempo.

O crescimento das cidades é um fator que sempre existiu na sociedade. Os polos urbanos atraem novos moradores, devido às facilidades que este espaço proporciona como também a maior oferta de trabalho mais bem remunerado, além de acesso a saneamento básico, educação e saúde de maneira mais prática. Por isso, a procura por imóveis sempre move a economia das grandes cidades. Então, mesmo com alguns momentos menos estáveis, investir em moradia sempre é um bom negócio.

O Brasil já passou por diversos momentos de crise. Apesar disso, a população média do país continua crescendo. Isso é um indicador de que, com o aumento da população, cresce também a necessidade de adquirir um imóvel, um espaço a ser ocupado por essas novas pessoas, novas famílias que vão se constituindo com o passar do tempo. Casamento, separação, emancipação dos filhos, cada um desses acontecimentos pode gerar a procura por um novo imóvel.

Além desses fatores, outra segurança para quem investe em imóveis está no fato de que esse bem não perde o valor. Ainda que o momento passe por uma crise, o valor do bem físico pode congelar, mas não desvaloriza. Mesmo que haja uma grande quebra, o imóvel, por ser físico, está assegurado. Inclusive, em momentos de estagnação econômica surgem as melhores oportunidades de investimento nesse setor, justamente pelo fato de que as facilitações na compra começam a surgir, ou seja, esse período pode ser aproveitado para quem deseja investir nesse ramo.

Se você deseja investir nesse tipo de negócio, lembre-se de que será preciso demandar tempo para uma boa procura e seleção de imóveis. É preciso pensar em estratégias para fazer a escolha certa. Avaliar a estrutura, localização, possibilidades que o imóvel terá a partir do investimento, se é acessível, se possui infraestrutura, etc., são observações imprescindíveis antes de fazer o negócio.

Se você deseja construir um imóvel, vale a pena pensar em um investimento que possibilite um maior lucro posterior, como a construção de apartamentos por exemplo, que amplia a quantidade de imóveis a serem vendidos. Parcerias na hora de planejar e construir também podem auxiliar, de maneira que o investimento seja consolidado e os lucros venham para todos de maneira mais vantajosa.

Pelo fato de o imóvel ser um patrimônio de alta durabilidade, a segurança nesse tipo de investimento é certa. Se você não gosta de correr riscos na hora de investir, essa é uma ótima opção. Se você decide comprar para morar, terá o benefício de não precisar pagar para habitar um local, mas sim em investir em algo que se tornará seu patrimônio. Agora, se você vai comprar para alugar para alguém, há o benefício de uma renda extra mensal. Portanto, seja para qual finalidade for, você – o comprador, sairá ganhando. A demanda, devido ao fator de crescimento demográfico já citado, sempre exigirá novos contratos, novas moradias.

As facilidades para a compra, como o investimento a partir da retirada do FGTS, por exemplo, revelam que esse momento é o mais apropriado para dar início a esse tipo de investimento. É uma forma de resguardar suas reservas de maneira a valorizá-la ainda mais, pelo fato de que o imóvel não perderá seu valor. Portanto, se você tem dinheiro para investir, nesse momento menos estável no país, utilize-o para a aquisição de imóveis. Em períodos de crise, quem tem algum valor disponível para investimento nesse ramo acaba fazendo ótimos negócios. Prefira sempre compras à vista, se possível. Com a atual queda dos juros, se torna possível pensar em investimentos através de financiamentos, mas é preciso pesquisar cuidadosamente, pois os cálculos de juros devem ser feitos com minúcia e atenção, para que o investimento não se torne uma furada.

Imóvel é moeda forte. Sempre é possível negociar a partir dele. E, na pior das hipóteses, se não atingir o objetivo de alugar o imóvel no qual foi investido, ao menos sempre terá um teto todo seu, que ainda poderá retornar em lucro, em outros momentos. É um dinheiro investido que nunca será perdido.